• Eles param diante de um galpão estreito, com uma fachada bem alta, que dava a entender que lá dentro provavelmente havia um primeiro andar. Nina empurra a porta que faz soar uma sineta lá dentro e convida o senhor Strauss, que ainda livrava-se da poeira da viagem, para entrar. Lá dentro há uma oficina mecânica [...]

  • Ele não sabia como o tal guia seria, e na cabeça dele alguém com a alcunha de Fantasma da Neblina provavelmente seria um homem.

    Ailleurs, não havia mais ninguém por ali, então, se não fosse ela, significaria que ele havia levado um belo bolo.

  • Deviam ser por volta das dezesseis horas quando o trem parou na última estação, todos os passageiros desembarcaram, alguns saíram apresados, outros esperaram um pouco por alguém, parentes ou talvez amigos, que os deveriam encontrar ali. Os homens de negócios apenas levantavam ligeiramente o chapéu ao se depararem com seus sócios, familiares e…[Leia mais]

  • Gostaria de pedir desculpas a todos os que tem acompanhado o Entre Pergaminhos e Tesouros, nas últimas semanas tive uma série de problemas pessoais e a história acabou ficando abandonada. Nesse meio tempo acabou me surgindo a idéia para uma nova história, bem mais curta que a atual, e que ao contrário de Pergaminhos e [...]

  • Rio de Janeiro, tarde de 27 de dezembro de 1875. Enfim me decidi, estou na varanda de cara esperando que o senhor Gwalch apareça. Pronta para ir com ele encontrar com o professor Novaes e seus fragmentos de pergaminho. Trago nas mãos um exemplar de 20.000 Léguas Submarinas para tentar passar o tempo, mas mal corro [...]

  • Luana Nascimento publicou uma atualização na comunidade Steampunk: 1 year, 12 meses atrás

    Gostaria de convidar os fãs do gênero a passarem pelo http://meuestranhomundo.aolimiar.com.br onde estou escrevendo o Entre Pergaminhos e Tesouros. Uma aventura repleta de enigmas com pinceladas de comédia e romance.

  • Rio de Janeiro, 27 de dezembro de 1875. – Vejam só, não é que seu Dom Diego chegou cedo. – Helena você não acha que é cedo demais para começar a me importunar a essa hora da manhã. – Na realidade não, mas se eu fosse você eu correria para fazer uma toalete rápida antes que [...]

  • Acredita que depois desse capítulo passei a gostar mais da Helena do que da irmã dela. =] Quero ver se consigo encaixa-la em mais capítulos. Era pra ela ser uma personagem secundária, mas até que ela conseguiu crescer bastante em cena. Detalhe, ela é inspirada numa pessoa que conheço, é claro que dei uma exagerada [...]

  • Apresso-me para entrar em casa, ao fechar a porta ouço sorrisinhos abafados as minhas costas, eram de minha irmã caçula Helena. – Hum, cortejada aos portões de casa, parece que alguém finalmente resolveu esquecer os livros e crescer um pouco, pena que papai não vai gostar nada disso. – Sua boba, como se eu fosse [...]

  • E lá estava eu ali parada no meio da Biblioteca Imperial com um completo desconhecido segurando minhas mãos e pedindo que eu o acompanhe. Depois de instantes de silêncio que pareceram durar uma eternidade ouço um sonoro pigarro as minhas costas. O senhor Ferraz estava parado as portas da biblioteca encarando-me como se eu fosse [...]

  • É um equivalente ao Moleskine sim, mas chequei no site deles e essa marca foi criada em 1997, mas a idéia do caderno com capa de couro e sem laudas exista há quase dois séculos.

  • Obrigada por avisar, já está corrigido.

  • Rio de Janeiro, 26 de dezembro de 1875. O dia amanheceu fabuloso, esta manhã parece realmente promissora. Finalmente o calor abrandou um pouco, pois eu já começava a temer por Helena, minha irmã caçula, que cismou de andar por aqui seguindo a risca à moda européia. Mesmo que nós a pouco tenhamos passado pelo solstício de [...]

  • MiniaturaRio de Janeiro, 25 de dezembro de 1875. Acabo de desempacotar meu último presente de natal. Ganhei uma caderneta com capa de couro marrom de um tio parisiense, na carta anexa ele diz que é a última sensação na Cidade Luz, que todos os escritores e retratistas têm um para registrarem seus pensamentos. Acho que meu tio [...]